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Parado.
Paradinho.
Paradito.
A dormir.
Oposto a ele,
Uma boca, aberta
E um olhar suspenso,
De ávidos olhos de mãe.
"É tão lindo a dormir não é?"
Acenam todos.
É um milagre.
Milagre porque dorme,
Milagre porque sorri,
Milagre porque olha,
Milagre porque é, tão só,
Porque é o que podia não ser.
Nada há de mais poético
Que um bebé olhar,
Pois podia ser cego,
Que um bebé ouvir,
Pois podia ser surdo.
Porque poética é a ordem das coisas.
E o caos não tem beleza.
Poético é o comboio chegar a horas.
E o lindo pequeno chegar a ser homem.
1 comentário:
Zé, adorei! Obrigada por teres lembrado o nascimento do Tomás!
Embora não refiras nomes, ambos sabemos que é sobre e para ele!
Guardarei comigo, para lhe mostrar um dia mais tarde, como a vinda dele foi especial... e como o amigo Zé demonstrou o seu carinho! Obrigada do fundo do coração! bjs, Patricia
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